Em 2007 o agronegócio assegurou e impulsionou o crescimento da venda no mercado externo pela EADI de Rio Preto. Mesmo com o dólar baixo os índices de exportações são grandes. Isso porque a infra-estrutura e serviços diferenciados da empresa garantiram ao exportador queda nos preços e facilidades para despachar produtos, gerando o crescimento dos índices de venda para o mercado externo. Dentre os benefícios que o importador encontra na EADI destacam-se o funcionamento do Posto da Receita Federal dentro da estação, que trabalha 3h diárias a mais que em qualquer outro posto do país (das 08h00 as 20h00) e o funcionamento do Posto Fiscal da UTRA (Unidade Técnica Regional Agrícola) facilitando o trâmite com o Ministério da Agricultura e órgãos correspondentes nos países compradores. Segundo Vivaldo Mason Filho, diretor da EADI, o balanço das importações em 2007 deve fechar com 95% dos produtos despachados para o exterior sendo correspondentes ao agronegócio: "A expectativa do ano de 2007 já foi alcançada e poderia ter sido ainda melhor se não fosse a queda do dólar que prejudicou alguns segmentos como o moveleiro, confecção e materiais de construção. O que compensou esta perda foi o agronegócio, principalmente a comercialização de carnes bovinas e de frango, sementes, mudas e frutas".
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